Echo, echo, echo(...)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A Prudente.


E se eu dissesse que não sou nada do que vocês pensam? Que não sou direta, que não sou comum e que não me perco fácil?
Não respeito o que é puro, mas reverencio a verdade: sou aquela que honra o caráter. Não encontro Deus senão a partir de mim mesma e de uma vez por todas deixo claro que só a vida me submete.
Sou meu infinito, meu intelecto, meu motivo, meu espírito, meu corpo. Nada me move senão por paixão. A doçura de minha tristeza é como o silêncio no infinito do meio espacial. Meu EU único se altera de acordo com meus outros tantos eus. À medida que causo encantamento, causo medo. Nunca meu caminho adivinhou poucas coisas sem a precaução de um amor incondicional. E assim posso chamar-me A Prudente.


Obs.: na foto, meu EU de olhos abertos.

5 comentários:

  1. E disseram: - Ela se acha.
    Mas eu respondi como um amigo de longa data: eu não me acho, eu me tenho certeza!
    Tenham certeza, senhores. E abram os olhos.

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  2. Soa um tanto comum eu chegar aqui e por causa de um texto dizer que você se superou, portanto, devo advertir que se você fosse realmente prudente não publicaria um texto dizendo que é prudente. Por não se ofenda até os prudentes cometem suas gafes.

    Ternura sempre!

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  3. Hahahahahahaha Razek, A Prudente é aquela que pára de tentar achar Deus como algo fora de si. Não entenda o que escrevo no sentido da palavra e sim no sentido amplo da ideia que ela deve transmitir. Gafe é falar mal de quem não estah presente: o medo é a medida da indecisão, mas a prudência é a medida do amor incondicional. Acho que foi Rafael Valverde quem disse isso. No mais, um forte abraço e, por que não, ternura sempre.

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  4. paztorarmandinho@hotmail.com - esse é o meu msn.

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  5. Ok, babe, vou adicioná-lo já! (Quase não acesso o msn, mas sempre que o encontrar para um bom papo será muito, muito prazeroso).

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